Descrição do Processo

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Controlo e Proteção Ambiental – impermeabilização e monitorização

O Aterro Sanitário da Maia foi projetado para ser totalmente estanque, com sucessivas camadas de geocompósitos drenantes, que asseguram a proteção dos solos e aquíferos contra a eventualidade de qualquer migração acidental de lixiviados.

Beneficiando da integração paisagística das margens do rio Leça na extensão que este percorre junto ao Aterro, esta infraestrutura foi projetada dentro de rígidos parâmetros de controlo e proteção ambiental, incluindo um rigoroso programa de monitorização.

Baseado no controlo e análise de recursos hídricos, com a monitorização das águas superficiais e subterrâneas envolventes, este programa inclui também o controlo dos resíduos rececionados (sólidos), lixiviados (líquidos), biogás (gasoso), assim como de outros descritores ambientais, garantindo a qualidade de todo o processo de funcionamento e minimizando os efeitos potencialmente negativos para o ambiente e a saúde pública.

Tratamento de lixiviados
 
Após um estágio para estabilização numa lagoa com capacidade para 2600 m3, os lixiviados são submetidos a um tratamento biológico de nitrificação/ desnitrificação, que permite a formação de azoto e a redução da carga orgânica. Posteriormente são sujeitos a um processo de ultrafiltração e osmose inversa, ficando isentos da sua carga orgânica, sais minerais e metais pesados, resultando num efluente que pode ser utilizado no sistema de rega e manutenção dos espaços verdes envolventes.

Tratamento de Biogás 

A degradação dos resíduos depositados e cobertos nos alvéolos produz biogás, que na sua composição contém metano, o qual possibilita a sua queima. Deste modo, foi instalado um queimador de biogás que permite eliminar os elementos nocivos para a atmosfera.



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Locais de deposição
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