Desperdício Alimentar

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Em resposta aos desafios da crescente urbanização o debate sobre a resiliência urbana, a escassez de alguns recursos (como a energia, a água e o solo), a questão do abastecimento alimentar, da auto-suficiência, da segurança alimentar e do desperdício alimentar/produção de resíduos alimentares é cada vez mais importante (Meerow et al., 2016).

O fenómeno do desperdício alimentar, e consequente produção de resíduos alimentares, tem vindo a merecer especial destaque, uma vez que quando são desperdiçados alimentos, para além do gasto inútil de recursos ambientais e económicos, é ainda necessário ter em consideração as implicações sociais e éticas que estão associadas. Enquanto cerca de um terço dos alimentos produzidos para consumo humano é perdido ou desperdiçado por ano, o que corresponde a 1,3 mil milhões de toneladas de alimentos por ano, cerca de 795 milhões de pessoas estão cronicamente subnutridas em todo o mundo (FAO, 2015)

Na área da Lipor, cerca de 25% da fração indiferenciada é constituída por alimentos que são desperdiçados. No sentido de minimizar este impacto, a Lipor, com base nos princípios da hierarquia da gestão de resíduos, implementou uma estratégia de prevenção da produção de resíduos alimentares: "Plano Contra o Desperdício Alimentar: Lipor e Municípios Associados” (2017-2020). 

É importante ter presente que Todos temos responsabilidade e que Todos podemos dar um contributo para reduzir o desperdício alimentar e promover uma alimentação mais sustentável, seja no seio familiar, nos restaurantes, cantinas, hotéis ou mercados.

 

Sabia que… Nos 27 Estados-Membros a produção anual de resíduos alimentares é de cerca de 89 milhões de toneladas, isto é, 179 kg por pessoa distribuídos pelo consumo doméstico (42%), indústria (39%), setor da restauração (14%) e distribuição (5%) (Parlamento Europeu, 2012).
 
 




 

 

 

 

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