15 Mai
Da triagem ao detalhe: como as embalagens ganham direção
Depois de entrarem na linha de Triagem Automática da LIPOR, as embalagens seguem um percurso contínuo, sem paragens, onde tudo começa sem qualquer tipo de separação.
A primeira grande etapa é a passagem das embalagens pelo Trommel, um equipamento cilíndrico que faz lembrar um tambor gigante de máquina de lavar roupa. Mas aqui, em vez de lavar, o objetivo é outro: separar os materiais por tamanho. É um primeiro "filtro” que organiza o fluxo e prepara tudo para o passo seguinte.
A partir daqui os materiais entram numa zona de triagem onde a tecnologia assume o controlo do processo. Em tapetes que se cruzam como um verdadeiro labirinto, as embalagens passam por sistemas óticos e eletroímanes que identificam e separam os diferentes materiais com precisão.
Os sistemas óticos conseguem reconhecer os vários tipos de plástico e encaminhá-los por diferentes linhas (como PET, ECAL e outras embalagens), garantindo que cada material segue o seu próprio caminho.
E aqui entra também a inteligência artificial. Para além dos sensores óticos, existe um robot com braços, desenvolvido no âmbito do projeto GRESINT, que apoia a separação automática e reforça a eficiência do sistema.
Veja o processo aqui
Tudo acontece de forma contínua, rápida e quase invisível, mas com um objetivo muito claro: separar melhor para reciclar melhor.
E ainda não é o fim desta viagem.
No próximo passo, vamos mostrar como estes materiais são preparados e transformados para seguirem para a indústria recicladora. Fique atento.
A primeira grande etapa é a passagem das embalagens pelo Trommel, um equipamento cilíndrico que faz lembrar um tambor gigante de máquina de lavar roupa. Mas aqui, em vez de lavar, o objetivo é outro: separar os materiais por tamanho. É um primeiro "filtro” que organiza o fluxo e prepara tudo para o passo seguinte.
A partir daqui os materiais entram numa zona de triagem onde a tecnologia assume o controlo do processo. Em tapetes que se cruzam como um verdadeiro labirinto, as embalagens passam por sistemas óticos e eletroímanes que identificam e separam os diferentes materiais com precisão.
Os sistemas óticos conseguem reconhecer os vários tipos de plástico e encaminhá-los por diferentes linhas (como PET, ECAL e outras embalagens), garantindo que cada material segue o seu próprio caminho.
E aqui entra também a inteligência artificial. Para além dos sensores óticos, existe um robot com braços, desenvolvido no âmbito do projeto GRESINT, que apoia a separação automática e reforça a eficiência do sistema.
Veja o processo aqui
Tudo acontece de forma contínua, rápida e quase invisível, mas com um objetivo muito claro: separar melhor para reciclar melhor.
E ainda não é o fim desta viagem.
No próximo passo, vamos mostrar como estes materiais são preparados e transformados para seguirem para a indústria recicladora. Fique atento.
