Exposições
Dois Irmãos, Duas Causas Reais
O Cerco do Porto foi um dos acontecimentos mais marcantes no contexto da Guerra Civil entre liberais e absolutistas.
Com a chegada das tropas liberais à cidade do Porto, em 9 de julho de 1832, D. Pedro fixou-se no centro da cidade enquanto as forças absolutistas de seu irmão D. Miguel a cercaram e estabelecendo Quartel General em Terras da Maia, na Casa do Corim, por onde terá passado D. Miguel em dezembro daquele ano.
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"Quem Diria..." (Exposição Exterior)
A inovação começa, muitas vezes, quando ousamos olhar para o que conhecemos de uma forma diferente.
Quem Diria é uma exposição ao ar livre que utiliza ilusões de ótica para desafiar a perceção e demonstrar que aquilo que vemos nem sempre corresponde à realidade. Ao longo do percurso, os visitantes são convidados a observar, questionar e experimentar, descobrindo como o cérebro interpreta a informação visual e como pequenas mudanças de perspetiva podem alterar profundamente a nossa compreensão.
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"Recordar é Viver - Colchas à Janela", em Parceria com IPSS dos Municípios Associados da LIPOR (Exposição Exterior)
Em julho de 2026, a Casa do Corim volta a vestir as suas varandas de cor, tradição e memórias com a reedição da exposição "Recordar é Viver – Colchas à Janela". Após o sucesso da iniciativa inaugurada em 2024, este projeto comunitário reúne novamente as IPSS dos Municípios Associados da LIPOR para celebrar o croché como uma arte secular, preservando saberes, promovendo o convívio entre gerações e valorizando o património cultural. Durante dois meses, as 11 varandas da Casa do Corim serão palco de um conjunto de colchas em croché, transformando este espaço numa verdadeira homenagem à criatividade, à partilha e às recordações que unem a comunidade.
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"Ainda há Beleza em Nós..." com Ana Maria Costa
Esta exposição propõe uma reflexão sensível sobre a passagem do tempo, utilizando o envelhecimento e a transformação das flores como uma metáfora poética para o próprio ciclo da vida humana.
Longe de representar o fim, a flor que murcha ganha novas texturas, tons e uma dignidade singular. É um manifesto visual que nos recorda que há uma beleza profunda e contínua no amadurecimento: as pessoas, tal como a natureza, mantêm a sua essência, a sua utilidade e o seu valor em cada etapa da história que carregam.
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